sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Mãe Também é Gente...



A hora de ficar quietinha

Sabe quando a gente quer que nos esqueçam um pouco? Quando dá preguiça de falar, de responder, de saber onde está tuuuudo em casa e na rua e no mundo? Pois é... Claro que ser mãe é muito bom e a gente sabe: faz parte do cargo ser assim "multifuncional". Mas tem horas em que ficar quieto é super importante para o nosso equilíbrio. Deixar os filhos se virarem sozinhos, deixar outra pessoa responder, atender, socorrer, é necessário e saudável! Silêncio é restaurador. E uma notícia importante: se você deixar algumas coisas passarem batido, sem o seu controle absoluto, o mundo não acaba não, viu? Pode ter certeza!


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dez conselho para acertar o nome do seu filhote...

Veja a seguir 10 conselhos para não errar nesta difícil missão e oferecer uma identidade que seja motivo de orgulho para seu eterno bebê. Até a hora do cartório, ainda dá para mudar. Boa sorte!

Que nome dar a seu filho ou filha é sempre uma tarefa difícil e mais uma preocupação durante a gravidez. As dúvidas são inevitáveis neste momento e nem sempre temos a certeza de que o nome que escolhemos é a melhor opção ou que irá combinar com a "carinha" dele (a).

A primeira dica é tome cuidado para que o nome não seja motivo para ser alvo de gozações de colegas da escola ou não determine apelidos indesejáveis que ficam para o resto da vida.

Um nome perfeito é aquele que tem bonita sonoridade, seja fácil de escrever, lembrar e pronunciar. Lembre-se: muitas vezes o mais simples é perfeito. Se esta na dúvida, teste: pronuncie em voz alta o nome escolhido, veja se orna com o sobrenome, imagine ele sendo citado por outros, enfim, veja se consegue se familiarizar com a escolha.

Dez conselhos para acertar o nome do seu filhote

1. Saiba o significado do nome: há quem diga que o nome é como um talismã, capaz de determinar a sorte de quem o carrega. Acreditando ou não, sempre vale investigar o significado do nome antes de escolher, nem que seja para efeito de desempate entre os candidatos. Às vezes, é uma bobagem Carolina, por exemplo, significa pequena fazendeira . Em outras, pode representar algo que você aprecia, como Letícia, cuja origem latina quer dizer alegria.

2. Numerologia é bom?: a popularização da numerologia é responsável pela grafia inusitada que muitos nomes receberam nos últimos tempos. Vogais e consoantes são acrescentadas para melhorar a sorte no amor, nas finanças e na saúde. Mas, antes de transformar uma Michele em Mychellee, pense sobre as dificuldades que isso pode trazer ao longo da vida de aprender a escrever o nome a vê-lo corretamente grafado nos documentos.

3. Cuidado com modismos: E por falar em modismos, pense bem antes de escolher um nome em outro idioma. Primeiro, é bom que ele seja escrito corretamente, como na forma original o inglês Jessica, por exemplo, tem algumas dezenas de variações por puro engano. Leve em consideração que nem sempre a pronúncia em português vai soar como o original. Por último, veja se ele combina com o sobrenome: Zahara da Silva é meio esquisito...

4. Origem do nome: o nome pode sugerir a origem, o contexto cultural, a época e até o lugar em que a criança nasceu. Davi e Sara são pistas de uma ascendência judaica, por exemplo. Costume antigo, outros nomes lembram o mês em que o bebê nasceu, caso de Júlio (julho) e Augusto (agosto). Reflita sobre as marcas que você quer (ou não) que seu filhote carregue.

5. Homenagens? Cuidado com as armadilhas das homenagens. As junções de nomes de pais, avós, do que a mãe mais gosta com o preferido do pai podem soar estranho. Nem todas as Maritônias e Jocicléias ficam satisfeitas em ser chamadas assim. Pense se o motivo da escolha não é apenas vaidade pessoal. O bem-estar da criança deve vir em primeiro lugar.

6. Nomes de celebridades? Ainda na categoria homenagens, os artistas, atletas, líderes políticos e personagens de livros, novelas e filmes são sempre uma fonte de inspiração. Mas é preciso ter bom senso. No futuro, sua filha roqueira pode detestar o nome de Sandy ou o seu pequeno Cauã Reymond pode se tornar o centro das piadas da turminha. Seus filhos podem ainda não concordar com as idéias do líder cujo nome ele herdou. Já pensou?

7. Jr. ou Neto? Chamar o bebê de Júnior ou Neto pode dar uma boa idéia de continuidade e de homenagem ao futuro papai ou avô. Mas pode, também, inibir a individualidade da criança. Para alguns garotos, carregar o nome do antepassado em especial quando se trata de alguém ilustre pode ser um grande peso. Que tal uma identidade única?

8. Cuidado com invenções: e por falar em originalidade, ela é bem-vinda mas sem exageros. A linha que separa o bonito do esquisito é muito sutil quando se trata de nomes inventados. Pense que o nome precisa sobreviver a décadas. Ou seja, daqui a 50 anos, seu filho vai continuar a carregá-lo, para bem ou mal. Como Kanayuanda e Kalayê vão soar no futuro? Detalhe: pesquisas americanas mostram que nomes muito exóticos são mal-vistos em seleções de emprego.

9. Nada de extensos e estranhos. É da nossa cultura diminuir os nomes ou dar apelidos às pessoas. Leve isso em consideração também: um nome muito grande, complicado ou estranho talvez seja pouco usado, porque será mais fácil chamar pelo apelido. Pior quando o nome dá origem a apelidos nada bonitos. Pense em todas as possibilidades!

10. Cuidado com os compostos. No caso de nomes compostos, sempre soa melhor escolher um básico como Maria ou Luís para somá-lo a outro mais forte. Misturas como Eduarda Vitória ou Rafael Ricardo não costumam funcionar e um dos nomes acaba aposentado. (Com informações do Minha Vida)

Conheça os nomes mais populares do Brasil

Esses foram os nomes mais registrados nos cartórios brasileiros. A lista mostra que os clássicos, antes sumidos do ranking dos dez mais nos anos 90, são os preferidos atualmente.

Conheça o significado deles:

Meninas

Maria Significa: Senhora e soberana

Ana Significa: Cheia de graça

Julia Significa: Cheia de energia

Giovanna Significa: Jovem

Mariana Significa: Junção de Maria e Ana

Leticia Significa: Alegria

Yasmin Significa: Flor de jasmim

Beatriz Significa: Aquela que faz aos outros felizes

Bianca Significa: Alva, clara

Gabriela Significa: Enviada de Deus

Meninos

João Significa: Deus é gracioso

Gabriel Significa: Enviado de Deus

Pedro Significa: Pedra, rocha

Matheus Significa: Homem de Deus

Vinicius Significa: Aquele que cultiva uva

Lucas Significa: Luminoso

Luiz Significa: Lutador

Guilherme Significa: O protetor

Rafael Significa: Curado por Deus

Davi Significa: O amado

Mãe também é gente


respirar
Respiração é vida. Aliás, quantas vezes você não se pegou indo ver se seu bebê estava respirando direitinho lá no berço, logo que ele nasceu? Pois é, isso acontece muito, normal. Como também, depois do filho, ou dos filhos, a gente esquece de respirar a gente mesma... Como assim? Você entendeu. Pare tudo, pelo menos uma vez por dia, e RESPIRE. Sempre que o bicho pegar, pare e respire mais uma vez. Respire todas as vezes que você puder. Pensando que mãe também é gente, que nada na vida vale a gente sair da gente mesmo, que toda a hora é hora de exercitar a calma. Respire por você. Respire fundo. Respire mais. É isso.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Educação Financeira para mamães e filhos...

No post anterior falamos da adaptação dos nossos pequenos ao ingressarem em sala de aula, agora vamos falar um pouco de Din Din $$$$. Todas as mamães adoram esta etapa da vida dos pequenos, mas vamos ficar atentos também na relação do dinheiro que começa a pesar nesta etapa de nossos pequenos e que vai durar por muitos e muitos anos de vida...
Com o orçamento apertado, o material e as demais demandas de início de ano escolar pesam no bolso da maioria das famílias. Nessa época, surge a preocupação em como gastar menos e adquirir produtos de qualidade. O Administrador de empresa Jaime Rafael Falkembach relacionou uma lista de ações que podem significar uma conta final menos pesada no bolso dos pais.


A compra de materiais escolares deve estar no orçamento da família e seria interessante fazer uma programação prévia. Se isso não for possível, o jeito é pesquisar e negociar preços. A conscientização dos filhos durante o processo é fundamental. É preciso dar aos pequenos noções de educação financeira, esclarecer como funciona o processo de compras e as limitações orçamentárias da família.
Falkembach orienta que os pais que têm condições financeiras, façam ainda uma previdência privada ou poupança programada desde os primeiros anos de vida das crianças.

Veja como gastar menos e ainda adquirir produtos de qualidade:
1. Juntar duas ou mais famílias com filhos na mesma série e fazer a compra em conjunto para negociar menores preços
2. Reaproveitar material que sobrou do ano anterior. Reciclar cadernos. Junte folhas não utilizadas e construa capas novas. Troque livros ou doe aqueles que não serão mais usados
3. Não ceder somente aos desejos dos filhos que são influenciados pelos amigos e pela publicidade. Os pais devem conversar com os pequenos explicando o que realmente é necessário, iniciando um processo de educação financeira.
4. Se o seu filho usa transporte escolar particular, faça uma pesquisa da preço dos veículos que fazem o trajeto. Em alguns casos, vale a pena o rodízio de pais que moram próximos
5. Se o seu filho precisa levar merenda para a escola, opte por comprar produtos em atacado, sempre observando os valores nutricionais recomendados

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Meu bebê vai para a escolinha!!!

As férias estão acabando e tem muita mamãe deixando a praia para organizar o material escolar do seu pequeno, além deste detalhe financeiro e burocrático é importante refletir na adaptação de seu filho nesta nova etapa da vida.
É mais fácil para a mãe deixar um filho maior na escola do que um bebê no berçário. Mas, para a criança, a situação é inversa. Quanto mais velho, mais ele se ressente da separação. Isso significa trabalho dobrado na hora da adaptação. Mas, com paciência, ternura e as dicas a seguir, tudo termina bem.


1. Saber lidar com a insegurança da criança
Crianças sofrem mais do que bebês diante da separação da mãe. Por isso, a adaptação do pequeno na escola costuma ser mais trabalhosa. O melhor método é manter o novo aluno por períodos curtos com os professores. Assim, quando ele ameaça se desesperar, um conhecido aparece. Nos primeiros dias, vale a pena permanecer na escola e deixar o filho com um educador para “ir ao banheiro”. Com o tempo, dá para ir espaçando esses períodos. Em geral, a adaptação dura uma semana, mas pode se prolongar – não existe uma regra.
2. Manter a calma para transmitir tranquilidade
O estado emocional do adulto se reflete na criança. Por isso, os pais ou os responsáveis precisam ter certeza do que estão fazendo para transmitir essa segurança ao pequeno. Nesse sentido, a escolha da escola, e de seu projeto pedagógico, tem de ser suficientemente criteriosa para dar a você a confiança necessária para deixar seu filho lá sem aquele medo além do normal. Na prática, é preciso estar convicto de que se está fazendo o melhor pela criança. Caso contrário, o risco de seu filho chorar, espernear, chutar, cuspir, arremessar brinquedos é grande, o que o levará a repudiar a escola. Conversas com coordenadores pedagógicos e visitas prévias ao local durante as aulas para observar o comportamento dos educadores fazem toda a diferença.
3. Nunca mentir para o filho
Falar a verdade para a criança é fundamental em uma situação tão nova e amedrontadora como os primeiros dias na escola. Por isso, nunca diga que só vai até ali e já volta se não for realmente cumprir isso. A mentira intensifica a insegurança da criança e pode tornar a adaptação ainda mais traumática. O pequeno precisa acreditar que a mãe está por perto para desenvolver a segurança interna.
4. Cativar para distrair
O processo de adaptação de uma criança na escola mais parece uma competição por atenção. De um lado, a mãe e, do outro, as atividades propostas pelos educadores. Por isso, uma maneira interessante de tornar essa disputa menos desleal é informar à escola algumas preferências do pequeno. Alguns gostam de animais, outros preferem brincar com água e há aqueles que se esquecem da vida quando estão desenhando.
5. Observar sinais de alerta
A entrada na escola representa um momento de provação para a criança. Lá ela terá de demonstrar suas habilidades desenvolvidas durante os primeiros anos de vida. Essa experiência pode ser prazerosa e permitir ao pequeno exercitar sua capacidade de conviver com pares e obedecer a ordens de adultos que não sejam seus pais. Mas esse novo ambiente pode gerar ansiedade e, se faltar habilidade social ou sobrar dificuldade emocional para se separar da mãe, o pequeno pode apresentar sintomas físicos associados ao medo e ao estresse, como dor na barriga, dor de cabeça, enjoo e vômitos, entre outros. Outros sinais são a retração e a agressividade excessivas. Nesse caso, vale a pena reavaliar a situação. Forçar a criança a ficar contra a sua vontade pode não ser a melhor estratégia.
6. Evitar muitas mudanças ao mesmo tempo
Alterações de rotina estressam as crianças. A disciplina significa segurança para elas. Por isso, é preciso escolher com cautela o período em que se vai adaptar um filho pequeno à escola. Fatos importantes, como retirada de fralda, abandono da chupeta, mudança ou reforma de casa, perda familiar, nascimento do irmão, contratação de nova babá, separação dos pais ou algo que impacte direta ou indiretamente a rotina dele, vão tornar qualquer adaptação muito mais complicada. Ou seja, garanta que a principal mudança na vida do seu filho durante o período de adaptação seja mesmo a escola.
7. Uma coisa é cuidar, e outra é brincar
Deixar um filho na escola gera culpa. A separação sempre é difícil. Mas é possível reverter a situação em algo positivo. Procure usar o tempo que você está longe dele como um estímulo para aproveitar o máximo possível os instantes em que estão juntos. Muita gente perde tempo cuidando dos pequenos quando na realidade o que eles querem é brincar. Faça isso, brinque com seu filho, transforme as tarefas da escola em momentos divertidos... Isso certamente tornará a adaptação bem mais tranquila.

Fontes: psicopedagoga Neide Barbosa Saisi, professora de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), pediatra Ricardo Halpern, presidente do departamento científico de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e pediatra Ana Cristina Martins Loch, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dica de Livro

Os médicos da Sociedade Brasileira de Pediatria estão lançando o segundo volume da série Filhos – a primeira foi Filhos – da gravidez aos 2 anos de idade.

Em Filhosdos 2 aos 10 anos de idade, há orientações sobre cuidados, alimentação, segurança, educação e brincadeiras. Serve também como um guia para pais e cuidadores de crianças com necessidades especiais e traz dicas para a escolha de babás, creches e escolas, além do calendário de vacinas para cada idade e alertas das situações emergenciais que devem merecer a atenção do pais.

A publicação é da editora Manole e está à venda em livrarias e sites a partir deste mês ao custo de, em média, R$ 86.